Dr. Manuel Mendes Silva

Médico Urologista

Cirurgias, consultas e exames 

O Dr. Manuel Mendes Silva é médico especialista em Urologia, licenciado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa em 1972. Ao longo da sua carreira, tem desenvolvido uma prática clínica dedicada e rigorosa, assente na experiência, no conhecimento científico e no acompanhamento personalizado dos seus pacientes.


Consultas de Urologia 


Realiza consultas de urologia no seu consultório em Lisboa, localizado na Av. da República, 17-1º, Lisboa., com uma abordagem centrada na prevenção, diagnóstico e tratamento das patologias do aparelho urinário e do sistema reprodutor masculino.

Curriculum Vitae

Consulte o currículo profissional completo do Dr. Manuel Mendes Silva para conhecer o seu percurso académico e experiência clínica. 

Médico Especialista 

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Áreas de Atuação

Com vasta experiência clínica, o Dr. Manuel Mendes Silva atua nas principais áreas da urologia, proporcionando um acompanhamento médico rigoroso, individualizado e centrado no paciente.

Próstata

Avaliação, diagnóstico e acompanhamento das patologias da próstata, com especial atenção à prevenção e qualidade de vida do paciente.

  • O que é a próstata e qual é a sua função?

    A próstata é um orgão que está situado entre a bexiga e o pavimento pélvico, sendo esta atravessada pela parte inicial da uretera.  A próstata tem como função produzir parte do líquido que forma o esperma, denominado como fluido prostático, que por sua vez se junta ao líquido proveniente dos testículos e das vesículas seminais e ainda a outras glândulas mais pequenas que estão situadas junto da uretera. Em conjunto contribuem assim para a formação do esperma.

  • Principais doenças da próstata

    Em grandes linhas, podem afetar a próstata três tipos de doenças: a inflamação e infeção, chamada prostatite, o crescimento benigno, chamado hipertrofia benigna da próstata HBP, (antigamente chamado adenoma), e a transformação maligna, o cancro ou carcinoma (CaP).

  • Cancro da próstata

    O Cancro da próstata também conhecido com CaP, é um tumor maligno. O CaP é o segundo cancro, a seguir ao cancro do pulmão, com maior taxa de mortalidade de que os homens são afetados.


    Um diagnóstico precoce, em fase de doença localizada ao órgão, permite uma terapêutica com objetivo curativo, através de cirurgia (aberta ou laparoscópica), ou de radioterapia, braquiterapia, crioterapia ou outros métodos para destruição celular.


    Recomenda-se, pois, que os homens com mais de 50 anos consultem o seu médico anualmente para avaliação da sua próstata.

  • Prostatite

    A prostatite é a inflamação da próstata, provocada muitas vezes por micróbios (infecção), mas também algumas vezes por outros agentes. As principais manifestações desta infeção da próstata traduzem-se por uma dor de baixo do ventre e alterações da micção.

  • Hipertrofia benigna da próstata

    A Hipertrofia Benigna da Próstata (HBP) é muito frequente nos homens a partir dos 50 anos. De cada 10 homens que vão viver até aos 75, entre 6 e 8 vão ter HBP sintomática e entre 3 e 4 vão ter que ser submetidos a terapêutica agressiva. A HBP, embora doença benigna, pode provocar sintomas e queixas relacionadas com a micção e obstrução urinária que pode condicionar repercussão vesical e renal.


Dr. Manuel Mendes Silva
Médico Urologista
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Congestão Pélvica

Diagnóstico clínico e orientação terapêutica para casos de congestão pélvica, com acompanhamento médico especializado.

  • Consequências da congestão pélvica

    Se a congestão pélvica não for evitada, podem surgir doenças como doenças da próstata, infeções urinárias, cistopatias, afeções ginécológicas, hemorróidas e afecções do recto e ânus.

  • Medidas para evitar a congestão pélvica

    Para evitar a congestão pélvica deve seguir as seguintes indicações:

    • Não estar muito tempo sentado;
    • Não retenha a urina;
    • Evacue regularmente;
    • Faça uma vida sexual saudável, e urine depois das relações sexuais;
    • Tenha uma alimentação saudável e variada;
    • Beba cerca de 1,5L de água por dia;
    • Tratar e controlar qualquer doença que tenha no aparelho urinário, genital e digestivo.

Infeções Urinárias

Diagnóstico e tratamento de infeções urinárias, incluindo situações recorrentes, com avaliação personalizada.

  • Infeção urinária

    Podemos definir infeção urinária como a invasão e multiplicação de bactérias na urina do aparelho urinário, e a respectiva inflamação causada na bexiga e/ou nos rins.

  • Como se adquire uma infeção urinária

    A via de infeção mais frequente é a via ascendente. As bactérias existentes no reto, ânus e vagina, penetram ascendentemente no aparelho urinário através da uretra, apesar da normal existência de mecanismos de defesa de vária ordem, sobretudo da uretra e da bexiga.

  • Sintomas de uma infeção urinária

    Se é a bexiga o órgão atingido, há um desconforto ou peso no baixo ventre, dor e/ou ardor a urinar, necessidade de urinar mais frequentemente e em pequenas quantidades, por vezes com dificuldade, e a urina está turva (suja) e algumas vezes muito mal cheirosa. Raramente há febre. Se é o rim que é atingido, há muitas vezes dor na região lombar, que pode simular cólica, e febre elevada.


    No homem, a próstata é muitas vezes sede de infeção, levando a desconforto na região do baixo ventre, dificuldade e ardor a urinar e aumento da frequência das micções, com urina turva. Muitas vezes, há febre elevada, arrepios e dores no corpo, confundindo-se com gripe ou infeçãode outra origem.

    As infecções urinárias nos bebés, ou crianças pequenas, muitas vezes cursam com sintomas vagos, como falta de apetite, atraso no desenvolvimento, febre baixa e irritabilidade anormal.

  • Infeções urinárias mais comuns nas mulheres?

    As infeções urinárias são mais frequentes nas mulheres porque no sexo femino existe o reservatório vaginal junto da desembocadura da uretra, e porque a uretra tem um comprimento muito curto e sem a protecção de algumas secreções fortemente antibacterianas.

  • Medidas para evitar a infeções urinárias

    Para evitar a infeção urinária deve seguir as seguintes indicações:

    Beba cerca de 1,5L de água por dia;

    Tenha uma alimentação saudável e variada;

    Evite a congestão pélvica;

    • Não retenha a urina;
    • Faça uma vida sexual saudável, e urine depois das relações sexuais;
    • Evacue regularmente;
    • tratar e/ou controlar as doenças dos aparelhos urinário, genital e digestivo, consultando o médico se for caso disso.
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Incontinência

Avaliação clínica da incontinência urinária e orientação terapêutica adequada a cada caso.

  • Incontinência mulheres

    Existem vários fatores estão ligados à incontinência urinária, tais como:


    • Primeiro, a bexiga que pode ter várias contrações sem que as pessoas tenham consciência e vontade. 
    • Segundo, a uretra está móvel e não suporta a pressão de um maior esforço abdominal. 
    • Terceiro, uma combinação de ambos os fatores. Por outro lado, pode haver perdas urinárias por fístulas ou por falsos trajetos que não são normais, sejam eles congénitos ou adquiridos.
  • Incontinência idosos

    A incontinência urinária define-se, segundo a OMS e a ICS, como a perda involuntária de urina (através da uretra) que constitua um problema higiénico ou social (que seja objetivamente demonstrável). Tem um grande impacto médico e socio-económico, incluindo pessoal, familiar, profissional. Tem uma prevalência de 15 a 30%, sendo duas vezes mais prevalente no sexo feminino, embora haja variações com a idade. Nos Lares de idosos pode chegar até aos 80%.

  • Prevenir e tratar a incontinência

    A prevenção da incontinência urinária só pode ser feita prevenindo e tratando as alterações estático-dinâmicos do pavimento pélvico. É quando se podem prevenir outras doenças que provoquem a incontinência por outros mecanismos. Obviamente também prevenção quando se fazem determinados tratamentos, como intervenções cirúrgicas.


    Tudo o que irrite a zona do baixo ventre, como o café, o álcool, as comidas picantes, pode irritar também a bexiga. Mas claro que isto é secundário, não é forçoso que evitar este tipo de alimentos previna a incontinência.

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